Burnout: a síndrome que exausta as organizações.

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O despertador alerta que o dia começou, neste momento começa a preparação para mais uma jornada de trabalho. Inicia-se o processo em procurar forças para sair da cama, mas não consegue, pois, o corpo não responde. Dor de cabeça, perda do sono, sensação de cansaço e pressão no ambiente organizacional, viraram parceiros fiéis da síndrome de Burnout classificada também como Síndrome do esgotamento profissional.

Considerada desconhecida por muitos, a síndrome de Burnout causa sérios danos a saúde e a economia do país, pois, a doença provoca um aumento na procura de psiquiatras, o número de funcionários afastados ou pedindo desligamento sem saberem o real motivo.

Quem sofre da síndrome não consegue relaxar. Férias e feriados não são suficientes para repor as energias sugadas no ambiente organizacional.

Psicólogos definem a síndrome como um nível devastador do estresse. A sensação de exaustão não tem fim, não é considerado um cansaço comum. É uma doença.

Com o estágio inicial de estresse, o organismo se prepara para uma reação biológica e entra em alerta. Alguns superam a fase, reclamam para os amigos e acaba esquecendo o dia estressante. Mas, existem aqueles que não conseguem reagir.

As pessoas que desenvolvem a síndrome de Burnout passam a desenvolver a sensação de incompetência e impotente, normalmente o corpo mantém sinal de alerta e os sinais de exaustão se agravam.

Para prevenção da doença é necessário realizar um trabalho conscientização. O entendimento que a pessoa está em um cenário que necessita de cuidados, conhecer os sinais físicos e evitar o desenvolvimento, é o principal caminho para o equilíbrio entre produtividade e vida pessoal. Não podemos deixar de ressaltar que manter uma boa alimentação, sono de qualidade e atividades físicas são primordiais para combater e prevenir a doença.

Segue abaixo pontos que devem ser levados em consideração para diminuir o índice da síndrome de burnout:
  • Evolução na cultura organizacional;
  • Redução do nível de perfeccionismo e críticas;
  • Entender que o excesso de trabalho não faz o funcionário obter um melhor desempenho;
  • Observar se vale a pena levar o funcionário a exaustão;
  • Incentivar programas de qualidade de vida;
  • Incluir orientações clinica e palestras para conscientização do assunto.

Entender que a doença existe e pode estar dentro da organização é um diferencial.  O importante é tratar do assunto com naturalidade e oferecer suporte ideal, sem discriminação do profissional, criando um ambiente saudável.

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