Democratização da mulher: chega de ofensas!

0
240

Elas são consideradas minorias. Não são minorias por questões de menor número, mas devido menos acesso a direitos e garantias. A discriminação faz parte de seu dia a dia. Ser demitida após a licença maternidade, ser piada de rodinhas em conversas machista, ser pontuada como loira burra e homens “mandando” ir pilotar o fogão, são situações frequentes. Observa-se que o preconceito não deixou de existir. Desrespeito no trânsito e no emprego ganha no ranking de discriminação. Por que em pleno século XXI encontramos ofensas rotineiras as mulheres?

Ser mãe, esposa, dona de casa e motorista é pouco para as mulheres modernas dos dias atuais. Encontrar grandes mulheres em grandes funções nas organizações é normal. Muitas controlam a economia, como empreendedoras ou empresárias. Fazer o que ama, conquistar seus ideais e realizar seus sonhos ajudam a superar este desafio. O melhor antídoto é o poder de superação e o seu grau de competência.

Apesar de seu profissionalismo e dedicação ao trabalho, quando uma mulher chega ao mercado e atua com uma função superior a muitos homens ela sofre preconceitos. Um dos principais fatos é o assédio, muitos têm dificuldade em admitir a sua competência. Existem momentos que precisam se reportar aos superiores, pois a situação foge do controle.

A diferença de gêneros refere-se à mulher em todos os ambientes. A luta pelo espaço feminino é continuo e trabalhoso, com certeza levará um tempo. A sociedade esta fundamentada na figura masculina. Desde os primórdios os homens eram livres para agir e pensar, esta visão está sendo configurada na cultura brasileira.

Mas o assunto não para por aí, piadinhas de loiras burras, fazem parte da seção de risos. Discriminação da idade, etnia, o fato de ser gorda e a raça são pontos que merece ser denunciada como preconceito. A legislação deve classificar esses termos como preconceito, da mesma forma que é classificado o negro e o homossexual. Todos merecem seu devido respeito, independente do sexo, raça. Etnia ou religião.

Existe uma incógnita com relação ao assunto. Seria uma questão de insegurança? Ameaça? Ignorância? Falta de sensibilidade? Medo? Ou puro machismo? O que está certo é que este preconceito como todos os outros, deve ser abolido da nossa cultura.

O preconceito existe suas raízes, que devem ser arrancadas e lançadas no esquecimento. Começar a pensar em um processo de conscientização e observar a importância que a mulher exerce na sociedade é um grande começo, e necessitamos da democratização da mulher: chega de ofensas!

COMPARTILHAR
Artigo anteriorDia Mundial do Orgasmo – 31 de julho.
Próximo artigoEmpreendedor 5.0 – Empregados e patrões necessitam deste perfil!
Rosy Teixeira
Rosy Teixeira é mãe, esposa, consultora de novos negócios, Life Coach, palestrante e sócia da ABT Consultoria Empresarial. Pós-graduada em Gestão Estratégia de Pessoas pelo Senac e Graduada em Administração de Empresas, faz parte da equipe do Hospital das Clínicas FMUSP há onze anos, tendo participação nos projetos Jeito HC de Atender (Hospital das clínicas FMUSP) e Reikiana. A sua paixão por pessoas surgiu na época da faculdade, quando sentiu a necessidade de se desenvolver nesta área, na qual é sua especialização. A sede pelo autoconhecimento ficou mais forte no momento que fez a formação em Coach e algumas especializações em PNL - Programação Neurolinguística. Conhecedora de ferramentas de Assessment (análise comportamental) e Reiki ajuda pessoas a se conhecer e melhorar sua autoestima.e performance na vida pessoal e profissional. Atualmente atua como Consultora de Novos Negócios, Coach de negócios, Coach de Relacionamentos (Life Coach), Análise Comportamental (ferramentas de assessment). Além disso realiza Palestras motivacionais e temas personalizados para cada cliente, Networking entre Empreendedores por todo Brasil e Exterior, Ministra Cursos para Liderança, empreendedores, Gestão de conflitos.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here