1º Festival de Jazz Manouche de Curitiba

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A revista aEmpreendedora está apoiando o 1º Festival de Jazz Manouche de Curitiba.

O 1º Festival de Jazz Manouche de Curitiba terá Shows Musicais programados em palcos públicos e privados nos dias 13, 14, 15 e 16 de fevereiro de 2020.

Músicos do Brasil e do exterior vêm à cidade para perpetuar a tradição do jazz tipicamente cigano, que começou com Django Reinhardt em Paris.

Confira as Datas, Horários, Palcos e Valores das apresentações:
13 de fevereiro (Quinta-feira)
  • 15h20min – Vale da Musica – Mauro Albert & Marcelo Cigano (*)
  • 21h00min – Dizzy Café Concerto – Israel Fogaça, Mauro Albert, Marcelo Cigano, Winicius Luiz e Rodrigo Marques – R$ 15,00

(*) Valor único entrada da Ópera de Arame – R$ 5,00 para moradores de Curitiba e R$ 10,00 para turistas

14 de fevereiro (Sexta-feira)
  • 14h20min – Vale da Música – Bina Coquet (*)
  • 16h00min – Vale da Música – Sebastián Abuter (*)
  • 20h00min – Clube Garagem – Mauro Albert – LIVE no Instagram | Workshop-Pocket Show

(*) Valor único entrada da Ópera de Arame – R$ 5,00 para moradores de Curitiba e R$ 10,00 para turistas

15 de fevereiro (Sábado)
  • 10h00min – Vale da Música – Israel Fogaça (*)
  • 12h00min às 15h00min – Almoço Full Jazz Bar – Marcelo Cigano, Mauro Albert, Israel Fogaça e Nando Vicencio – Couvert artístico – R$ 20,00
  • 12h10min – Vale da Música – Hot Club de Piracicaba (*)
  • 14h20min – Vale da Música – Bina Coquet (*)
  • 16h00min – Vale da Música – Sebastián Abuter (*)
  • 20h30min – Sesc da Esquina – 1º Festival de Jazz Manouche de Curitiba – R$ 30,00 – (Bina Coquet, Sebastián Abuter, Mauro Albert, Israel Fogaça, Giu Nogueira, Marcelo Cigano, Murillo da Ross e Trio – Winicius Luiz, Danilo Viana de Castro, Nando Vicencio).
  • 23h00min – Purple Reis Bar – Hot Club de Piracicaba e Cigano Quinteto – Couvert artístico – R$ 10,00

(*) Valor único entrada da Ópera de Arame – R$ 5,00 para moradores de Curitiba e R$ 10,00 para turistas

16 de fevereiro (Domingo)
  • 12h00min às 15h00min – Almoço Full Jazz Bar – Marcelo Cigano, Mauro Albert, Israel Fogaça e Giu Nogueira – Couvert artístico – R$ 20,00
  • 14h20min – Vale da Música – Israel Fogaça e convidados (*)
  • 19h30min (Encerramento) – Marcelo Cigano Trio – Don MaxCouvert artístico – R$ 10,00

(*) Valor único entrada da Ópera de Arame – R$ 5,00 para moradores de Curitiba e R$ 10,00 para turistas

(*) Valor único entrada da Ópera de Arame – R$ 5,00 para moradores de Curitiba e R$ 10,00 para turistas
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  • Os patrocinadores podem associar a sua marca ao Festival.
  • As logomarcas aparecerão nos telões antes do show, e os patrocinadores serão anunciados nos agradecimentos.
  • Também são oferecidos pocket shows e cotas de ingressos.
O Festival além do palco

Além dos shows, o Festival contará com oficinas de música, show didático e Masterclasses com os maiores nomes do Jazz Manouche no país.

MÚSICOS
Marcelo Cigano

De origem cigana, Marcelo começou a tocar aos 8 anos de Idade por influência de seu pai, autodidata e também acordeonista.

Com versatilidade e virtuosismo, Marcelo Cigano lançou em 2014 Influência do Jazz álbum que transita pelo samba, choro, forró, gypsy jazz, bossa nova, tango e música dos Balcãs.

O disco conta com participações especiais de Hermeto Pascoal, Toninho Ferragutti, Lea Freire, Thiago Espírito Santo e outros.

Em 2017, lançou Riat Romani, disco de repertório manouche tradicional.

Considerado um dos maiores acordeonistas em atividade, venceu em 2008 o Segundo Concurso Internacional de Acordeon e em 2010 o Festival Roland de Acordeon, classificando-se para a final mundial do 4° V-Accordion Festival em Roma.

No mesmo ano, participou da 63°Coupe Mundiale, na Croácia, ao lado do francês Ludovic Beier, encontro que rendeu uma série de shows pelo continente.

Seu próximo disco contará com as faixas Pra Nós 2, de Hermeto Pascoal e El Cigano de Beier, ambas dedicadas a Marcelo.

Bina Coquet

O violonista carioca Bina Coquet apresenta sua versão única do jazz manouche, que mistura os elementos tradicionais do gênero cigano ao vocabulário da música brasileira.

Sua presença constante em Nova York rendeu os dois discos Samba de Gringo com o pianista israelense Ehud Asherie.

Bina dividiu o palco com Seu Jorge, Wilson das Neves, Anat Cohen, Seleno Clarke, Arismar do Espírito Santo, Banda Mantiqueira, Roberto Sion, Eva Sholten, Zeca Baleiro, Tcha-Badjo, Camille Bertaut, e muitos outros artistas.

Durante o 4º Festival de Jazz Manouche de Piracicaba, lançou o CD Bina Coquet, com faixas autorais e versões que vão do jazz ao frevo, ao choro e ao xote, em diversas formações.

Participou dos festivais Django Reinhardt Gypsy Jazz Festival Amsterdam, Django Fest North West, Django Fest Mill Valley, Django Sur Lennon, e é presença regular nos festivais do gênero no Brasil, Chile, Argentina e Colômbia.

Sebastián Abuter

Sebastián Abuter, clarinetista chileno radicado no Brasil há 3 anos, foi aluno da escola Projazz em Santiago do Chile e do destacado saxofonista chileno Claudio Rubio.

Nos últimos 8 anos, tem se dedicado à música de Django Reinhardt e participado em diversos festivais de jazz manouche na América do Sul.

Atualmente, dedica-se também à música brasileira.

Israel Fogaça

Israel Fogaça é um dos poucos violinistas com fluência nas esferas erudita e popular da música. Iniciou seus estudos com seu pai, para depois ingressar na Escola Municipal de Música de São Paulo, onde teve aulas com os Professores Claudio Cruz e Uwe Kleber, posteriormente sob orientação de Roberto Lopes Faria e Davi Graton.

Fundou em 2010 a Camerata Amatti, atuando como Solista e Diretor Artístico, com arranjos desenvolvidos especialmente para a Camerata.

Já tocou com Toquinho, Ivan Lins, Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Gal Costa, Diogo Nogueira, Amilton Godoy, Alceu valença, André Abujamra, Anat Cohen, Richard Bona, Arismar do Espírito Santo e outros.

Atualmente desenvolve o projeto Sampa Hot Jazz & Orquestra – Homenagem ao Quintette du Hot Clube De France ao lado do renomado maestro João Carlos Martins e da Filarmônica Bachiana, um dos únicos projetos deste tipo no mundo.

Nando Vicencio

Nando Vicencio é saxofonista e contrabaixista. Aos 18 anos começou a tocar profissionalmente em grupos de música brasileira e soul music.

Formou-se saxofonista no conservatório de Tatuí, onde se desenvolveu nas linguagens do jazz e da música instrumental. Seguiu carreira tocando em formações jazzísticas variadas, de trios a big bands.

É também diretor musical de espetáculos circenses, excursionando com as companhias Circo Delírio e The Bigosty Shows pelo estado de São Paulo e pela Europa.

Atualmente toca contrabaixo com os principais nomes do Jazz Manouche em São Paulo. Integra o Degani Trio e toca baixo elétrico na banda de ritmos africanos Höröyá.

Danilo Vianna

Danilo Vianna começou estudando violão com o professor Renato Santoro, enquanto participava da Orquestra de Violões de São Caetano do Sul, sob a regência de Paola Picherzky.

Paralelamente, interessou-se pelo contrabaixo, acompanhando duplas sertanejas, bandas de baile e atuando como músico freelancer.

No campo da música instrumental, já se apresentou em espaços como Centro Cultural Vergueiro, Teatro Municipal de Santo André, e nos shows da rede SESC.

É presente na cena dos bares de jazz em São Paulo. Atualmente, estuda contrabaixo na EMESP Tom Jobim com Marinho Andreotti, e com o baterista Nenê, além de atuar em alguns grupos de São Paulo e região.

Giu Nogueira

Durante uma temporada entre a Europa e a Tailândia, a cantora brasileira Giuliana Nogueira se encantou com o jazz manouche.

Desde que retornou ao Brasil em 2016, vive em São Paulo, onde se dedica ao estudo da música e, particularmente, a desse gênero que tem sido a sua principal fonte de inspiração.

Acompanhada pelos principais músicos do estilo, seus shows trazem um caráter intimista e o repertório contém, além dos clássicos do gypsy jazz, temas em inglês, francês e alguma mistura brasileira.

Em 2017, depois de algumas apresentações com o quarteto Tigres Tristes, surgiu a ideia de gravar um projeto de jazz manouche com releituras de músicas brasileiras.

Uma das versões é de Você só Mente, do sambista carioca Noel Rosa, que integra disco Giu Nogueira & Tigres Tristes, de 2019, já disponível nas plataformas digitais.

Hot Club de Piracicaba

Fundado em 2008 para trazer ao Brasil a tradição dos Hot Club de jazz, o conjunto é hoje formado por André Grella (piano), Eliezer Silva (trompete), Fernando Seifarth (violão/guitarra), Frank Edson (tuba), Wagner Silva (bateria) e Eloy Porto Neto (trombone/voz).

Gravou Jazz a La Django no seu ano de estreia, Quinteto do Hot Club de Piracicaba em 2010 e o disco Amigos em comemoração à primeira década do conjunto.

É o anfitrião do consagrado Festival Internacional de Jazz Manouche de Piracicaba, e já esteve nos palcos da Virada Cultural Paulista, do Bourbon Street Music Club e do Jazz nos Fundos.

Mauro Albert

Mauro Albert, guitarrista, compositor e pesquisador, considerado pela crítica especializada como um dos principais nomes do jazz manouche no Brasil. Referência no ensino do estilo no Brasil, foi premiado duas vezes pela Academia de Cultura do Paraná. Desde 2009 dedica-se integralmente ao jazz manouche.

Em duo com Louis Plessier, lançou o álbum Droms Manouche, de 2013. No mesmo ano, seu álbum autoral Jazz Manouche Brasil foi lançado pelo selo Hot Club Records, abrindo o caminho do manouche brasileiro na Europa.

Depois de apresentar-se no Instrumental Sesc Brasil em 2014, lançou Exchange Gypsy Jazz em 2015, Optchá em 2016 e La musique toujours vivante de Louis Plessier em 2019.

Jazz Cigano Quinteto

O grupo curitibano Jazz Cigano Quinteto é uma das principais referências do jazz manouche no Brasil. O grupo é formado por Lucas Miranda (Violão), Mateus Azevedo (Bateria), Vinícius Araújo (Violão), Wagner Bennert (Contrabaixo acústico) e John Theo (Violino). Em 2010 o grupo lançou seu primeiro CD independente.

Já tocaram junto com importantes nomes da música instrumental como Gabrielle Mirabassi, Vittor Santos, Itamar Collaço, além de uma série de apresentações com o violonista Yamandu Costa.

Em 2014, se apresentaram com o acordeonista francês Ludovic Beier, e em 2015 dividiram o palco com Robin Nolan e Paul Mehling. No primeiro semestre de 2016 o quinteto lançou seu segundo CD, que conta com a participação de Yamandu.

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Publicado por Festival de Jazz Manouche de Curitiba em Sábado, 25 de janeiro de 2020

 

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