A decisão que nos leva para o “Mais”!

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A decisão

A decisão que nos leva para o mais nem sempre é aquela mais fácil de se tomar!

A decisão que nos leva para o “mais” nos confunde muitas vezes, pois antes de tudo, o processo de decisão nos exige muita participação e autopercepção!

E o que é a participação? É quando geramos valor àquilo que estamos fazendo ou movimentando. O quanto estamos presentes nesse processo de tomada de decisão. Isso significa: estar inteiramente conectado com o assunto, se auto responsabilizar, se movimentar, fazer acontecer, estar presente!

Nossa mente se apaixona gigantemente por desculpas e por possibilidades! E a vida nos exige muitas vezes uma grande mudança, um movimento, nos oferece alguma oportunidade, porque ela é cíclica.

Muitas pessoas ficam presas porque verdadeiramente não conseguem tomar decisões.

E uma coisa é certa, o pior lugar é da indecisão. Nosso cérebro gera inúmeras químicas decorrentes do estresse emocional quando não tomamos uma decisão ou quando estamos indecisos.

Enquanto essa decisão não é efetivamente tomada, nosso corpo vai reagindo a esse desconforto interno.

E como é a decisão que nos leva para o “mais”?

Nosso corpo sinaliza o tempo inteiro se estamos num caminho que nos “soma” ou “subtrai”, que nos impulsiona para algo bom ou ruim. Nós temos essa capacidade de “sentir”.

E muitas vezes evitamos a decisão porque ela nos convida a olhar para os nossos medos, nossas possíveis perdas, ao preço que iremos “pagar” por isso, as renúncias necessárias e as dificuldades.

E um outro grande obstáculo é que nesse processo de decisão nós queremos ter a certeza e a garantia que vai dar tudo certo, que será tudo maravilhoso, e posso dizer: “não há certezas e muito menos garantias”.

Quem busca por isso, ainda está numa postura imatura e infantilizada da idealização das coisas e da vida perfeita, que não existe.

Quando decidimos por algo, prontamente agimos, senão ainda não é uma decisão. É apenas uma intenção.

E a busca por certezas e garantias, é vaga e não nos permite perceber e olhar a realidade da maneira como ela se apresenta.

E essa busca incessante de que tudo vai dar certo é a vontade de permanecer no “conforto” sem ter que pagar o preço de fazer o movimento.

E decisões que envolvem grandes mudanças sempre há renúncias a serem feitas no meio de caminho.

Mesmo que não tenhamos muita certeza do resultado, porque esse “caminho” só aparece quando damos os primeiros passos. A clareza e a consistência são consequências dos primeiros passos.

A decisão que nos leva para o “mais” é quando nós conseguimos ter é a percepção dessa realidade e como nós nos posicionamos diante dela.

Toda a decisão, principalmente aquelas que demandam de uma grande transformação, como por exemplo:

  • Mudança de carreira;
  • Emprego;
  • Casamento ou separação;
  • Engravidar;
  • Empreender.

Primeiro passo a ser dado é refletir:

  • “Estou realmente comprometido com essa decisão?”
  • “Estou participando efetivamente desse processo?”

Segundo passo, uma vez que você já tenha 2 ou 3 caminhos a decidir, anote, reflita e sinta. Qual:

  • “Desses caminhos realmente serão impulsionadores para a minha vida?”
  • “Caminho fará com que eu aprenda e cresça de maneira fluída na vida?”
  • “Desses caminhos me levará para o “mais”, para somar na vida?”

A decisão que nos leva para o “mais” é sentir seu corpo e seu coração, pois ambos dirão!

Participar, acreditar, confiar e agir andam juntos nesse processo e faz com que o caminho fique mais fluído, não significa mais fácil, nem leve.

Significa: batalhar, viver e apreciar cada pedaço dessa jornada, mesmo que desafiadora.

Poder se usufruir do caminho muito mais do que obter só o resultado. O grande aprendizado está ao longo da jornada.

E você o quanto tem participado das suas decisões?

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