A inteligência corporal cinestésica de uma menina incrível

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A inteligência corporal
A inteligência corporal cinestésica de uma menina incrível - Simone com sua filha Giulia

De que forma se manifesta a inteligência corporal cinestésica?

A inteligência corporal cinestésica que esta menina apresenta, chama muito à atenção de várias pessoas que acompanham o seu desenvolvimento.

Entre as capacidades que esta criança apresenta, destaca-se a inteligência corporal cinestésica que está relacionada à habilidade com o movimento físico e com o conhecimento do corpo.

Trata-se da capacidade de usar o corpo para expressar uma emoção, como: a dança e a linguagem corporal, se refere também à prática de esportes.

No Brasil, temos personalidades que apresentam a inteligência corporal cinestésica, por exemplo: Diego Hypólito, Neymar, Fernanda Garay, entre outros que se destacam muito expressando agilidade, flexibilidade e equilíbrio corporal.

Como Ph.D. em Educação e especialista em Educação e Inclusiva, afirmo que podemos apresentar várias capacidades e uma delas é a inteligência corporal cinestésica.

Revelo que é um mito pensar que superdotados apresentam necessariamente habilidades em todas as áreas do conhecimento. Por exemplo: pode acontecer de a criança apresentar a inteligência corporal cinestésica, mas pode ter dificuldade em outra área.

Ressalto que muitos superdotados podem enfrentar dificuldades que nem sempre são atendidas pela escola, principalmente pela falta de profissionais preparados para lidar com as necessidades educacionais especiais destas crianças.

Simone é a mãe desta menina tão hábil! De acordo com Simone, sua filha é uma criança precoce, falou cedo. Com um ano e oito meses já falava pequenas frases, com boa dicção, com fácil compreensão.

Simone relata que alguns profissionais se equivocaram quando disseram que sua filha tinha transtorno de personalidade. Este equívoco pode ocorrer quando não há conhecimento relacionado à área de altas habilidades / superdotação.

Felizmente, Simone já havia buscado muita informação e com ajuda de uma psicóloga e do esporte, ela afirma que conseguiram superar muitas dificuldades em lidar com as altas habilidades de Giulia no dia a dia.

Quando Simone relata que até transtorno de personalidade disseram que sua filha tinha, imagino sua angústia neste momento, assim como acontece com muitas famílias que me procuram em busca de ajuda.

Fica então o meu alerta para que as escolas estejam preparadas com profissionais que ajudem a respeitar as limitações dos superdotados e a desenvolver as altas habilidades destas crianças a partir da área (s) de seu (s) interesse.

O primeiro passo é ajudar na identificação. É muito importante ter um diagnóstico acurado realizado por uma equipe multidisciplinar preparada.

Após a realização do diagnóstico, o próximo passo é encaminhar os superdotados para o atendimento educacional especializado (AEE).

Veja o vídeo!

Contato: Instagram: @fheller2904

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