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Força suave é o verdadeiro paradoxo da nossa essência

Força suave é o verdadeiro paradoxo da nossa essência

Quando essa força extrapola a essência feminina, o resultado é um tsunami

Força suave é o verdadeiro paradoxo da nossa essência, que é acolher e auxiliar e não permitir que essas ações se transformem em desbravar, executar, custe o que custar.

Em uma imersão chamada Day to Fly, idealizada por Ana Luquini, mulheres e homens foram confrontados por verdades e definições de suas essências.

Com maestria, a palestrante e mentora, apresentou conceitos sobre a personalidade da mulher, quais as nossas principais características e também a dos homens, pontuando uma a uma.

A cada explicação, eu via mulheres se entreolhando, homens se cutucando.

De fato, cada palavra ali descrita era uma provocação a sairmos da zona de conforto.

Essa zona de conforto na qual estamos habituados a viver culpando os outros por todos os problemas do mundo, sem nos darmos conta de que ao sairmos do nosso lugar em essência, tudo se desequilibra.

Quando buscamos desenfreadamente fazer as coisas buscando aprovação, as verdadeiras medalhas aos olhos dos outros, quando assumimos papéis apenas para mascarar ausências ou quando encobrimos fracassos passados com excesso de trabalho e iniciativa.

Para que tudo o que a Ana trouxe fosse fechado com chave de ouro, a palestrante Greice Joviane apresentou as consequências na vida de uma mulher que entra no papel de executora, desbravadora, saindo de sua posição de acolhimento, ou seja, rejeitando a própria identidade.

E, esse lugar de aceitação, identificação e paz consigo mesma, sem querer provar nada para ninguém, Greice compartilhou conosco sua experiência.

Uma mulher que saiu de uma cidade pequena no Mato Grosso do Sul, com a alma empreendedora, desbravou o mundo, venceu inúmeros desafios e não parou mais.

Construiu uma família, porém perdeu o ponto, deixando o lado guerreira querer vencer no mundo, todas as batalhas.

Quando se deu conta de que assumindo essa posição de guerreira, pronta para a guerra, deixou a posição de acolhedora vazia. E foi devastador.

Como revelou em sua história, foram necessários 7 anos da vida do seu filho, passando por tratamentos que não resolviam seus sintomas de TDHA, e lidando com a ausência materna para que ela se desse conta de que seu verdadeiro poder não estava lá fora, cuidando das empresas, viajando o mundo, mas sim em assumir o seu lado acolhedor com todas as suas forças.

Todos os participantes da imersão puderam viver um momento de intensa reflexão. As mulheres puderam perceber que quanto mais firmes em nosso posicionamento como acolhedoras, auxiliadoras, que cuidam dos seus filhos com um olhar atento e amoroso, mais fortes estaremos para as conquistas no mundo a fora.

O topo do mundo é o lugar reservado para toda e qualquer mulher, e esse lugar será alcançando quando ao invés de assumirmos a posição do guerreiro, querendo vencer a qualquer custo, tomarmos o posto de vencedoras com a força suave da nossa verdadeira essência.

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