Regras e as dificuldades das pessoas em aceitá-las

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regras e normas
Regras

Cumprimento às regras, normas e procedimentos estabelecidos, são as maiores dificuldades comportamentais que pessoas e determinados grupos possuem em respeitá-las.

Este é um tema que gosto muito de abordar, e que segundo o nosso dicionário, Regra é aquilo que regula, dirige, rege, é uma norma ou fórmula que indica o modo apropriado de falar, pensar, agir em determinados casos e lugares.

A palavra pode referir-se a varias questões e situações decorrentes do nosso dia a dia.

Chamamos de regra à norma ou ordem de comportamento ditado por uma autoridade ou responsável competente, cujo descumprimento ou desconhecimento traz consequências passíveis de uma determinada sanção e punição.

Hoje em dia, quando falamos sobre como se posicionar ou como se comportar, percebemos que é muito comum a dificuldade das pessoas em seguirem regras.

Geralmente ocorrem por desatenção, as pessoas acabam agindo erroneamente, quebrando as regras.

Muitas pessoas que não se sujeitam às regras, acabam trabalhando por conta, não gostam ou não querem seguir algumas normas e procedimentos que são colocados pelas empresas ou por seus gestores, que fazem as coisas do jeito delas e da forma que querem.

Obviamente são questões pessoais e emocionais que levam o ser humano agir fora do que lhe foi proposto, onde agindo por impulso, perdem a noção dos possíveis danos que podem causar com determinadas atitudes.

A princípio como nós tratamos um funcionário que não está disposto a seguir os padrões que lhe foram apresentados, primeiramente nos aplicamos um “warning”, o advertimos, avisamos por escrito ou verbalmente, mudamos ele de lugar, e caso ele não esteja disposto a colaborar partimos para a demissão.

E quando isso acontece em um grupo de WhatsApp por exemplo? Geralmente os administradores e responsáveis pelo grupo criam um texto com o que pode ou não ser feito e falado, estipulam dias e horários.

Infelizmente nem todos têm um senso de responsabilidade, então o que deveria ser abordado: a atenção do que elas estão fazendo, a responsabilidade e o respeito para com todos do grupo.

Abordar o quanto isso atrapalha é importante, pois se criamos um grupo com o propósito de tratarmos de determinado tema, quando saímos do foco perdemos com a qualidade e ocasiona também a saída de alguns integrantes por descontentamento em relação a atitude das pessoas.

Só saber os seus defeitos não é o suficiente, muitos assumem que são desatentos, mas é algo que deve ser trabalhado e desenvolvimento dentro de cada um.

Não basta saber quais são os seus pontos a melhorar, o importante é mudar este padrão de comportamento e se adaptar ao mundo em que vive e ao grupo na qual ele pertence.

Então, qualquer atividade que envolva a participação de 2 ou mais pessoas implica em regras.

Nós dizemos que é um casamento, na qual existe a necessidade de haver um entendimento mútuo, seja no ambiente de trabalho ou na sociedade como um todo.

Para exercermos o nosso direito de cidadania é importante ter este entendimento e tentar cumprir ao máximo aquilo que lhe foi proposto.

As regras existem para organizar e garantir que todos tenham as mesmas oportunidades e o mesmo tratamento, então por que não termos mais “disciplina”?

Gostaria muito de saber a sua opinião sobre este tema, e receber sugestões de como você faria para chamar a atenção das pessoas e fazer com que elas mudassem suas atitudes e pensamentos com relação ao tema abordado.

Ficarei muito feliz com o seu comentário.

Um grande abraço e até o próximo artigo.

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Alessandra Batista
Colunista Oficial, com publicações mensais Consultora e Especialista em Novos Negócios, Palestrante e Treinadora de equipes. Formada em Administração de Empresas com Ênfase em Comercio Exterior, especialização em Gestão Empresarial pela Fatec-SP. Experiência em Análise Comportamental, Coach de Carreira e Negócios. Possui cursos diversos voltados a Competitividade e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas e Escola de Negócios SEBRAE. Após atuar por vários anos em multinacionais liderando processos e equipes no exterior, construiu carreira dentro do SEBRAE SP, desenvolvendo projetos governamentais, melhoria da competitividade e desenvolvimento territorial, voltado ao público empreendedor e as MPE´s. Hoje, assessora profissionais e empresas a construírem e fortalecerem seus negócios por meio de posicionamento estratégico para alcançarem sucesso na carreira profissional ou como Empreendedor. Recentemente agregou outra atividade como “Mentora de Projetos” da Prefeitura de Guarulhos. Baseada em conhecimentos de consultoria empresarial, técnicas e ferramentas de Coaching e Análise de Perfil, desenvolve a alta performance em negócios e mentoring.

1 COMENTÁRIO

  1. Excelente observação sobre o tema referente a regras, sou escritor da área de Telemarketing e estudei por um período o comportamento de profissionais referente a normas e regras que regem o bom comportamento em práticas saudáveis em ambientes profissionais e cotidianos e a grande maioria acha que as regras vem de um pensamento Taylorista, o que não deixa de ser, acreditam que limitam o criativo das pessoas e que pela complexidade caem no esquecimento e que até mesmo pela falta de acompanhmento destas normas não serão penalizados pelo não cumprimento de tais regras, atuei como gestor de uma empresa e pude observar na prática que as normas “impostas”pela organização gerava uma reação oposta a esperada, de organização e tranquilidade no ambiente de trabalho, visando que o profissional de hoje tem um toque de “tudo me ofende” o famoso MiMiMi por vezes alguns profissionais que deveriam zelar pela ordem e tranquilidade nos processos deixam as situações correrem de forma a não interferirem no desenrolar das ações erradas, gerando maiores conflitos, por muitas vezes, porque não sabem como agir ou como resolve-los, parabéns pelo tema.

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