Você trocaria o celular por mais sexo?

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Você trocaria o celular por mais sexo
Você trocaria o celular por mais sexo

Imagine o que poderíamos fazer com nosso tempo, dinheiro e, em especial, com nossos relacionamentos, se deixássemos o celular de lado por um ano.

Você trocaria o celular por mais sexo ou qualquer outra atividade que te proporcionasse mais contato interpessoal e menos virtual ou eletrônico?

No Brasil foram computados quase 240 milhões de celulares, segundo dados da Anatel, superando a marca de um smartphone por habitante, sendo o único meio utilizado para acesso à internet para a grande maioria das residências do país.

Segundo um estudo da Global WebIndex, os brasileiros ficam cerca de três horas e 40 minutos on-line pelos celulares todos os dias.

São números expressivos, mas imagine o que poderíamos fazer em diversas áreas de nossas vidas com quase trezentos e quarenta minutos livres.

No amor

Um estudo recente sobre relacionamentos românticos entre estudantes universitários na revista ‘Psychology of Popular Media Culture’ descobriu que “a dependência de smartphones está significativamente ligada à incerteza de relacionamento” e que “a dependência de smartphone percebida pelos parceiros prediz menos satisfação de relacionamento”.

Mais de 29 por cento dos entrevistados preferem desistir de sexo por três meses do que deixar de lado seu smartphone por uma única semana.

Agora, inverta isso: se você deixarmos de lado o dispositivo por um ano, sobraria tempo para sexo cerca de 16.000 vezes (supondo que você esteja na média, sendo que as relações durem em média 5,4 minutos, sem contar as preliminares).

Nos relacionamentos

Seja relacionamento social, profissional ou amoroso, é sabido o quanto o pequeno aparelhinho de tela brilhante tem causado de dano aos relacionamentos. As pessoas estão se afastando, mesmo estando perto.

Quem já não presenciou a trágica cena de cinco ou seis pessoas aguardando para o início de uma reunião e, todas, sem exceção, estão checando seus celulares exatamente no momento que seria adequado para trocarem conversas sobre a família, o jogo do fim de semana, a saúde do parente que estava hospitalizado ou até mesmo uma ‘leve’ fofoquinha sobre alguém.

E a mais trágica cena do casal no restaurante, cada um checando seu próprio smarthphone.

No trabalho

Tema de constantes polêmicas e discussão, o uso do celular no ambiente de trabalho pode ser visto como uma “faca de dois gumes”, pois ao mesmo tempo em que agiliza a comunicação com parceiros, funcionários, clientes e fornecedores, também é motivo de distração e redução da produtividade.

Uma equação para lá de complexa para ser resolvida, porque quase que unanimemente diríamos que a agilidade e facilidade trazidas pela troca de mensagens em redes sociais como WhatsApp, por exemplo, nos faz ganhar tempo.

No estilo saúde, bem-estar e fitness

Incontáveis estudos e pesquisas comprovam os benefícios da prática regular de exercícios físicos.

Nadar, caminhar ou correr 30 minutos por dia pode reduzir índices comprometedores à saúde: pressão arterial, colesterol, diabetes e mais uma lista imensa.

Além de melhorar a saúde, economizar nas despesas com medicamentos, perder peso e melhorar o bem-estar geral, ainda poderá fazer amigos, porque não estará ‘trancado ao mundo, apenas ouvindo a playlist do seu celular’.

Acredite, ainda existem dispositivos relativamente antigos para curtir um som enquanto se exercita, caso isso seja fator absolutamente crucial à prática regular. Não tem desculpa!!

Nesta brilhante apresentação, Simon Sinek, autor britânico-americano, palestrante motivacional e consultor organizacional, nos mostra uma realidade alarmante sobre como o uso excessivo do celular tem gerado impacto negativo nos relacionamentos.

Desde que foi introduzido em nossas vidas, os smartphones se tornaram amplamente utilizados, principalmente entre os jovens e adultos.

A mágica da conexão com outras pessoas a um clique de distância, em especial as redes sociais, começou a tomar tanto do nosso tempo, chegando ao ponto desses dispositivos se tornaram extensões pessoais para muitas pessoas (se parece exagero, tente perder seu celular) – muitas, relatando que não podem viver sem eles.

Confesso que se fosse questionada, não sei o que responderia. O celular é parte integrante do meu dia a dia e dependo das funcionalidades e facilidades que me proporciona

Por outro lado, quanta gente viveu, sobreviveu, construiu negócios e obteve sucesso numa época em que o tal aparelho era apenas ornamento de filme futurista. Quase que uma questão filosófica.

Agora, se fosse entre o céu e a terra, entre o dia e a noite, numa daquelas situações de ter que optar por o celular ou sexo… eu usaria o computador. E você, trocaria o celular por mais sexo?

Obrigada pela leitura. Deixa aqui seu comentário e até mesmo sugestões para o próximo artigo.

Baseado no artigo in search of lost screen time

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