Ele terminou comigo! A culpa é minha. Será mesmo?

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Estava vivendo o amor perfeito; um verdadeiro romance de novela, acreditando ser a pessoa mais sortuda do mundo por ter encontrado o príncipe encantado e repentinamente tudo mudou e se tornou um pesadelo?

Meu mundo desmoronou porque ele terminou comigo e a culpa é minha. Talvez, de fato, a culpa seja sua.

Mas, e se eu disser que há possibilidade de você estar vivendo numa realidade desvirtuada e não ser a culpada pelo término do relacionamento?

É isso mesmo!

Então, vamos nos aventurar nessa possibilidade de verdade real com uma série de artigos onde abordaremos esse assunto.

E que assunto é esse?

Calma.

É importante que sua compreensão se dê com o passar da leitura.

Antes de se iniciar o itinerário com o destino para a eventual destruição da sua fantasia, é indispensável ressaltar que, ao ser retirada a venda dos seus olhos, não se sinta um animal sem juízo e com ausência de raciocínio, tampouco endemonize o seu ex-parceiro e, em especial, controle o seu ímpeto, a fim de evitar que tome atitudes impensadas.

Isto porque, em que pese haver entendimentos contrários, eu sou adepta àqueles profissionais especializados que entendem que ambos os figurantes dessa relação são vítimas desse processo.

É importante, ainda, ter a consciência de que esse tema que trataremos não se encaixa somente num relacionamento amoroso, mas, também, entre familiares, amigos, colegas de trabalho, dentre outros.

A propósito, o que isso tem a ver com o Direito?

Muito!

Não são poucas as pessoas que estão dentro de relacionamentos sem ter a menor ideia da verdade real e ao ouvirmos o que nossos clientes estão vivendo, podemos ajudá-los a buscar a consciência da axiomia e, consequentemente prosseguir, seja mediante uma separação ou a permanência consciente com o outro (o que é bem difícil).

Embora as mulheres sejam as que passam por essa inconsciência e desespero em maior quantidade em comparação aos homens, posto que são elas quem, desde pequenas, anseiam viver um conto de fadas e serem encontradas e salvas pelo príncipe encantado, os homens, também, podem ser vítimas passivas.

Somente por estas razões é que durante toda a nossa jornada, usarei o sexo feminino como a parte dependente passiva, mas considere ambos os sexos como tal.

Para que compreenda de uma maneira mais simplória essa realidade desvirtuada, vamos conhecer a história de dois personagens: Vitor e Betina.

Nesta história você perceberá três fases de um relacionamento, que, talvez, ocorreram na sua relação e que a levou perto da insanidade.

São elas: 1ª fase: bombardeio do amor; 2ª fase: desvalorização; 3ª fase: descarte.

Betina, solteira, bela, alegre, cheia de ideais e sonhos, era uma mulher amável, caridosa, empata, com total disposição para servir e sacrificar o seu eu em prol daqueles que ela amava.

Não obstante lutar diariamente pelo sucesso de sua vida profissional, sonhava em encontrar o seu príncipe encantando, casar, ter filhos e aquele final de cena que todas as meninas, quando pequeninas, se deparam, quando assistem as princesas dos contos de fadas nas telas da TV, qual seja: viver felizes para sempre.

Naquele dia, como todos os outros, Betina acordou ansiando pelo melhor da vida.

Como de costume, iniciava seu dia em sua cafeteria predileta, tomando seu café com leite e pão na chapa, sem miolo, lendo seu jornal predileto, a fim de se manter um pouco atualizada, pois aqueles minutos de seu dia, talvez, seriam os únicos disponíveis para tanto.

Ao se levantar, acabou esbarrando em um homem.

Ele era bonito, carismático, educado. Ao receber um pedido de desculpas, Betina decidiu olhar para o Vitor e ali percebeu, com poucas palavras a ela direcionadas, um homem inteligente, galanteador, feliz, forte, bem resolvido e muito charmoso.

Alguns desses requisitos, igualmente, não passaram despercebidos por Vitor em relação à Betina, decidindo, então, aquele investir numa relação amorosa com ela.

Iniciava uma busca incessante de Vitor pela Betina.

No início, ela, com receio de se apaixonar naquele momento e prejudicar a busca de seus sonhos, negava os convites de Vitor.

Vitor jamais desistiu de Betina.

Pelo contrário. Vitor, sabedor de onde Betina morava, decidiu visitá-la sem avisar, tampouco qualquer convite.

Chegando na casa de Betina, tocou a campainha e ao ser atendido, Vitor lhe entregou as lindas flores que havia comprado, pedindo, logo em seguida, para entrar.

Betina, totalmente surpresa e um pouco desconsertada com a situação, sem saber exatamente o que fazer, já que, se por um lado, não era exatamente o que queria e esperava para o seu dia, por outro, não queria transparecer antipatia e, por tais razões, acabou, permitindo a sua entrada.

Mostrando-se supersimpático e feliz, Vitor, após assistirem um filme demonstrou muita preocupação com a Betina, em especial com sua alimentação.

Embora muita satisfeita com a quantidade de alimentos que se encontrava em suas prateleiras internas da cozinha, capaz de alimentá-la durante toda a semana, como de costume, já que morava sozinha, Vitor fora ao supermercado e trouxe inúmeros produtos, tido como saudáveis, para encher seus armários.

Aquilo, em que pese ter sido um tanto quanto estranho e que não proporcionava comodidade à Betina, naquele momento ela teve uma mínima e estranha sensação de cuidado.

E assim foram as atitudes do Vitor, se mostrando cuidadoso, zeloso e protetor, fazendo com que a Betina não só sentisse sua ausência em algum momento, assim bem que ele era importante e indispensável em sua vida.

Em pequenas atitudes, Betina era surpreendida por Vitor, desde colocar créditos em seu celular quando acreditava que havia acabado, como, também, levar suas roupas à lavanderia, quando precisasse utilizá-las e cria que estavam sujas.

Vitor se mostrava se tratar de um verdadeiro sobrevivente e um super-herói por vencer todos os desafios que a vida injusta lhe foram apresentados até então, em especial na sua infância.

Nas histórias de Vitor, familiares, ex-namoradas e outros foram maus para com ele e por outro enfoque, de uma certa forma, sem que tenham tido animus, os ajudaram muito (versões bem conflitantes).

Todas as derrotas do Vitor sempre foram culpa de terceiros; nunca dele mesmo.

Seus relacionamentos anteriores foram extremamente iníquos, pois embora ele tenha feito tudo para transformar suas ex-namoradas em seres humanos melhores e, ainda, conceder a elas um relacionamento perfeito, as atitudes delas (dentre as mais diversas, desde serem loucas, traidoras até exploradoras) não lhe permitiam concretizar o sonho do Vitor em construir uma família perfeita – a falta de justiça para com Vitor era gigantesca.

Nenhuma das ex-namoradas de Vitor valorizaram o que ele havia feito para elas e apesar do término do namoro, o que lhe deixava satisfeito era o fato de tê-las ajudado a se tornarem um pouco melhores.

Sempre demonstrando, inclusive, de forma verbal, que era um homem honesto, de reputação ilibada, vencedor e que vive em prol dos outros; um verdadeiro mártir.

As histórias de Vitor eram dignas de compaixão.

Betina, por óbvio, foi não só se apaixonando por Vitor, como, também, sentia uma complacência enorme diante de toda arbitrariedade que a vida e as pessoas praticaram contra ele.

Ainda, com sua enorme empatia, Betina questionava como o mundo fora tão injusto com Vitor e que ela, então, mudaria toda a sua história… a vida de Vitor com Betina seria diferente.

Recebido o sim que tanto almejava, Vitor destinava toda a sua atenção, cuidado e preocupação à Betina.

O interesse em ouvir Betina sob todos os ângulos era exacerbado.

A supervalorização era constante por parte do Vitor, fazendo Betina acreditar que era a melhor mulher do mundo.

Os elogios eram intensos e ditos a cada instante.

Em pouquíssimo tempo de relacionamento, Betina ouvia de Vitor o que grande parte das mulheres sonha ouvir de um homem, tais como: “como você é perfeita”;você é uma mulher tão admirável”, “eu amo você”; “você é a mulher mais maravilhosa que eu já conheci”; “quero viver o resto de minha vida ao seu lado”; “quero que seja a mãe de meus filhos”; “nenhuma mulher é como você”.

Betina sentiu que alguém a olhou. Vitor, definitivamente, “conseguiu enxergar os meus valores”, pensava ela.

Totalmente apaixonada, se sentindo a mulher mais desejada e maravilhosa, Betina acabou abrindo todo o seu coração para Vitor, lhe contando todos os seus sonhos, dores, segredos e traumas, mostrando ele grande prazer em ouvi-la em todos os detalhes; comentando, aliás, cada um deles.

Vitor era tão perfeito que os sonhos de Betina passaram a ser os seus também.

Já os sonhos de Vitor, em especial as suas conquistas, em tão pouco tempo e sem, ao menos, viverem sob o mesmo teto, eram em prol do casal.

A perfeição de Vitor era tão completa que até os problemas mais básicos de Betina eram solucionados sem que ela pedisse ou esperasse.

Betina, uma mulher com restrita condição financeira em comparação ao Vitor, ouvia algo estranho que lhe causou um choque instantâneo, no momento em que ouviu dele que detestava pessoas pobres, por viverem naquela situação por opção, entretanto, ela era diferente dos demais pobres.

Assim que ouviu as falas de Vitor, a campainha amarela de Betina tocou, porém o amor dentro dela já estava tão grande que preferiu manter a porta fechada.

Bastava Betina cortar o seu cabelo; pintar suas unhas; colocar uma roupa diferente, que Vitor perceberia e a elogiava, de imediato.

E mais. Vitor, desde o início, já nos primeiros dias, demostrou de forma clarividente que não queria somente um simples relacionamento. Seu objetivo era um relacionamento sério com a finalidade de constituir sua tão sonhada família e que o mundo injustamente não lhe permitiu até então.

Em pouco tempo, Vitor apresentou Betina aos seus familiares e a todos os seus amigos.

Já Vitor não via com bons olhos entrar no mundo de Betina e aqui neste aspecto era tudo muito sutil.

Betina já estava amando Vitor, lhe desejando dar tudo o que ele sempre sonhou e mereceu, contudo, as pessoas, por total desrespeito, não lhe deram.

Vitor era um HOMEM tão PERFEITO que, chegava a adivinhar os pensamentos de Betina.

Estava vivendo Betina o melhor conto de fadas; se sentindo a mulher mais sortuda do mundo por ter encontrado o homem ideal e com superpoderes.

Passava a crer Betina que não conseguiria mais viver sem Vitor ao seu lado; ela se questionava como tinha vivido sem a existência desse homem ao seu lado.

É aqui, neste momento, que o príncipe encantando começa a mudar.

E como isso iniciou?

Certo dia, Betina vivendo o amor pleno, Vitor comentando novamente acerca do seu desprezo para com os pobres, olhou para ela e finalizou com a seguinte frase: “… e você, também, é pobre”, com total desdém.

Naquele exato momento, Batina sentiu novamente algo estranho, mas com muito mais força.

Os sentimentos eram negativos, incompreensíveis e totalmente contrário a tudo aquilo que Vitor, até então, havia lhe mostrado, assim bem prometido e lhe dado.

Recordou, imediatamente, Betina da repulsa de Vitor com relação às pessoas pobres e os sentimentos que tivera lá atrás.

Todavia, como na outra vez, embora tenha sentido dor em sua alma, Betina optou por sublimar tudo em favor do amor perfeito.

Sabedor de que Betina ficara desajustada e triste com tal “brincadeira”, após alguns instantes de sua fala, Vitor disse a ela que se tratava de uma simples brincadeira.

Betina se sentindo muito triste por algum tempo, já que viciada no amor perfeito, Vitor começou a demonstrar um certo de descontrole emocional, chamando-a, inclusive, de “louca” por ter ficado mal por uma “simples brincadeira”.

E as piadas começaram não só a se tornar mais comuns, como, também, contemplar o corpo, o trabalho, os traumas, as dificuldades, à capacidade intelectual de Betina, dentre outros.

As dores sentidas por Betina eram profundas quando Vitor agia em dissonância com os discursos e atitudes anteriores e que a levou a se apaixonar tão loucamente.

Vitor mostrava uma irritação exacerbada, quase que descontrolada, quando percebia que Betina ficara triste com suas piadas ou seus pensamentos não eram idênticos ao dele.

Mas nada era tão importante do que sentir àquela primeira sensação do amor perfeito e que levava Betina a desconsiderar o sinal vermelho de sua apercepção.

E não parou por aí.

Repentinamente, o que era simples piada passara a se tornar falas de invalidação.

Desde a comida até a execução de um projeto no trabalho de Betina não era tão bons quanto poderiam ser.

Betina passou a ser cobrada por “tudo” que Vitor fazia por ela e, também, por ela não se esforçar em retribuir o tudo a ele; por Betina pensar somente nela mesmo.

E tudo foi piorando. Vitor foi se mostrando um homem descontrolado, especialmente quando era contrariado.

Tudo que Betina fazia ou deixava de fazer, além de não mais ter valor, Vitor deixava bem claro que eram inúteis, inválidos e imprestáveis, sob o seu ponto vista.

Os sonhos de Betina jamais seriam concretizados por total incompetência; assim frisava Vitor.

Vitor demonstra de forma clara, impulsiva e ameaçadora ser um homem extremamente ciumento, imputando a ela traição e, no mínimo flerte com terceiros, sendo ela totalmente fiel.

Não havia mais discernimento de Betina acerca do certo ou errado, apenas que desejava voltar a viver o amor perfeito.

O seu peso; seu cabelo; sua capacidade intelectual; suas escolhas; seus pensamentos; sua cor de pele; sua condição financeira; sua profissão; seu hobby; seu trabalho; seu tempo; tudo passa a ser o problema para Vitor e os motivos das brigas, fazendo Betina se sentir totalmente inferior e culpada por não mais estar vivendo o romance de novela, sem entender exatamente o que estava acontecendo.

E começaram as agressões verbais.

Betina, perdida, ao ser aconselhada por todos os seus familiares e amigos para deixar esse relacionamento que estava lhe fazendo tão mal; só pensava na sensação do amor perfeito que havia sentido no início do relacionamento e era só isso que desejava.

Os familiares e amigos de Betina passaram a ser um problema para o relacionamento; todos para Vitor faziam mal para o amor e, ansiando por voltar a desfrutar da fase do amor perfeito, ela se submeteu às vontades dele, aceitando a possibilidade de exatidão, se afastando de todos aqueles que sempre foram importantes para ela.

Vitor impôs, sob a fundamentação de que era para o bem de Betina, que esta administrasse seus poucos bens de uma forma, porém ela não concordou, o que o levou a, ficar furioso, se sentindo atacado, bem como a ofendê-la e a desvalorizá-la sob manto da namorada infiel; não merecedora de seu amor.

Betina, sozinha, em total tormenta dentre os mais diversos sentimentos negativos, estava adequada e literalmente submissa àquele padrão de desqualificação por parte de Vitor, assumindo a culpa e aceitando o lugar que ele a colocava, como responsável por todos os problemas do relacionamento.

Betina estava à beira de um colapso; sem saber exatamente quem era ela; o que estava vivendo; querendo simplesmente voltar a viver, pelo menos uma gota, daquela primeira fase do amor perfeito.

Já Vitor, era, de um lado, o herói, por estar tentando fazer dar certo com Betina, mesmo sem ela merecer, e, por outro, a vítima, por sacrificar tudo em prol dela, sem receber a reciprocidade.

A insegurança, a autoestima totalmente reduzida, o medo, o sentimento de incapacidade, o animus de voltar àquela primeira fase do relacionamento faz Betina, já sozinha, sem amigos e familiares, aceitar a visão do Vitor de que ela era o problema, ao passo que ele se eximia de toda a responsabilidade.

Vitor, então, após uma briga onde Betina discordou do seu ponto de vista, mostrou um descontrole emocional exagerado, esculpido com uma raiva descomunal, o levando a esmurrar a parede.

Betina ficara desesperada com a atitude de Vitor e pensara ela até onde ele poderia ir.

Porém, Betina não se importava, já que estava viciada naquele primeiro sentimento de bombardeio do amor; somente isso era por ela considerado e almejado.

Logo após o pedido de desculpas e uma dose da primeira fase do amor perfeito à Betina, Vitor, novamente surtou de raiva e dessa vez, a agrediu fisicamente, ficando sem procurá-la por duas semanas, como se a tivesse colocado trancada numa masmorra, o que a levara a um sentimento de morte.

Neste ponto, Betina quase que perdera a consciência.

Após tal período, Vitor procurou Betina, lhe concedendo uma gota da sensação daquilo que sentia no início do relacionamento, exigindo, com amor, que ela o acompanhasse até um psiquiatra, fazendo-a a pensar que ela está sofrendo de alguma doença psicológica.

Aquilo seria a solução dos problemas para Vitor e Betina.

Betina, feliz em sentir um pouco daquela sensação do amor perfeito, acreditou em Vitor sob todas as vertentes.

E as exigências só aumentaram e se tornaram cada mais vez mais absurdas.

Betina estava em total pânico, totalmente destoada da realidade… o seu eu estava no lixo; não havia mais reconhecimento de quem ela era.

Seu único desejo de vida era voltar à primeira fase do amor perfeito, a dependência de Betina por Vitor já estava no ápice da loucura.

Contrariado por Betina, além da crise de raiva e agressividade verbal, acabou por agredi-la fisicamente, mais uma vez, e, sem qualquer complacência, por discordar de suas crenças, arguindo serem desprezíveis, já que ele era um homem tão perfeito e merecedor de uma mulher melhor do que ela, Vitor termina a relação, deixando-a em total relento.

O mundo de Betina caiu sobre sua cabeça e a única coisa que lhe restava eram suas mãos sujas de culpa e total desespero, por não entender o que estava acontecendo, tampouco o que realmente havia feito de errado.

Em total pânico e com vontade de gritar pedindo socorro, questionava Betina o que havia, de fato, acontecido para que o “eterno” tenha acabado tão rápido e de forma súbita.

As únicas opções de Betina eram: satisfazer o vício do amor perfeito ou a morte.

Consegue se enxergar em Betina?

Conte-me nos comentários a sua história.

Se você se identifica muito com Betina, você: (i) jamais esteve diante de um verdadeiro romance de novela; (ii) estava diante de um relacionamento abusivo; (iii) seu parceiro a levou a uma jornada irreal e doentia.

Sei que neste momento, se você começou a enxergar um pouco da realidade, em plena exasperação, está se fazendo vários questionamentos, tais como: foi tudo mentira; ele nunca me amou; por qual razão ele faz isso; ele é um monstro; como eu fui tão idiota, dentre vários outros.

Mas fique calma.

Nada disso que você se questiona, estranhamente, não é o mais correto a se pensar.

Acompanhe nossos próximos artigos e procure a ajuda de um terapeuta especializado em relacionamentos abusivos para discernir tudo o que viveu e o porquê, a fim de seguir, de forma saudável, em frente a sua vida, seja sem ou com o abusador (muito complicado)!

Nos próximos artigos, vamos explorar cada fase desse relacionamento abusivo, bem como um pouco da figura do abusado e do abusador e espero que, já com este primeiro artigo, tenha lhe ajudado a estar um pouco mais perto da realidade.

E, por favor, não fique indócil para comigo por ter deixado você com tantos questionamentos sem respostas.

Além de, a meu ver, ser uma forma de melhor compreensão, minha intenção, também, é que você utilize todo o seu tempo disponível para se conhecer melhor e delete ambas as opções que sobram em sua mente neste momento.

Como ensina João, o Apóstolo: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32)

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