Presa – poema de Valeria Borges da Silveira

Presa 

“Agasalho-te com meus abraços,

Dançamos os mesmos passos,

Sonhamos os mesmos sonhos…

Esta paixão se tornou ardente e valiosa,

Abusou dos sonhos meus,

Alcançou o infinito,

Ao tocar os lábios teus…

Queria parar o tempo

E num raro momento

Ficar estacionada na sublime felicidade

Desfrutando do sentimento…

Vou fazer do teu corpo,

O meu eterno paraíso,

Não dominar meus impulsos,

E que nunca te deixar seja preciso…

Flutuo nas ondas do teu corpo,

Fica imersa no oceano do teu olhar

E quando percebo estou presa,

Pronta para te amar.”

  Autoria: Valeria Borges da Silveira

Compartilhar

Facebook
Twitter
LinkedIn
Email
Telegram
Pular para o conteúdo