Tudo é relativo, por isso não há certo ou errado, sem comparação

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Tudo é relativo
Tudo é relativo, por isso não há certo ou errado, sem comparação

Não julgues os outros pelas tuas experiências, cada um sabe de si

Tudo é relativo, por isso não há certo ou errado, sem haver comparação. Não julgues sem saber a história do outro, sem “calçares” os seus sapatos…

Albert Einstein já dizia: “Entende a relatividade quando vê que uma hora com a sua namorada parece um minuto, e um minuto sentado num formigueiro parece uma hora.”

O que retiro desta frase é muito simples: “Cada pessoa, situação ou coisa terá o valor que nós lhe atribuímos.”

Para, para pensar um pouco. Como tu olhas as pessoas à tua volta e as avalias? Há a Joana é gorda. O João é rico, mas ganhou o dinheiro com vigarices.

Vês o tamanho da tua crença e da tua injustiça?

Serás tu Deus para julgar o outro?

Tu vais avaliar a vida da Joana ou do João pelas tuas experiências, pelas tuas crenças e pelos teus preconceitos.

Ah, não faz sentido. O Hitler foi um homem horrível. Como podes não julgar as atrocidades dele?

Tu julgas os Hitler porque talvez tenhas Jesus como forma de comparação — um “mau” contra um “bom”. Certo?

Porém, quero que reflitas um pouco sobre isto:

Se não houvesse forma de comparação, se não soubesses o que era o mal, como poderias saber o que era o bem?

A minha avó dizia muitas vezes à minha mãe que o meu pai não podia dar o que nunca recebeu. E se formos analisar é a mais pura verdade…
Para haver ricos é preciso existirem pobres, para haver maus é preciso haver bons.

Muitas vezes deparei-me a julgar pessoas e depois a cometer as mesmas atitudes.

Lembro-me de uma vez julgar alguém que tinha deixado o filho para ir trabalhar para longe e Zás, o Universo mostrou-me que o “peixe morre pela boca”, pois tive de deixar o meu filho para ir trabalhar a 300km de casa.

O que eu não analisei, quando fiz o meu julgamento, foram as circunstâncias e experiências pessoais daquela pessoa, mas limitei-me a julgar pela minha experiência pessoal.

Esta lei mostra-nos que às vezes o que sentimos como se fosse o desmoronamento da nossa vida pode ser a nossa salvação (olha o que aconteceu comigo quando morreu o meu pai, ele salvou-me a vida).

José dormiu escravo e acordou governador no Egito. Certo?

Por vezes podemos ver e julgar o outro pelos conhecimentos que temos, mas esquecemos de aceitar que cada ser é único e pertence ao todo.

Não há certo e errado, bom ou mau. Existem dois lados da mesma moeda que nos permite decidir quem somos e o que fazemos.

Imagina que vamos a uma festa, mas antes de sair de casa digo-te que estou farta de festas e tenho medo pela situação em que estamos.

Tu, por outro lado, estás superanimada e desejosa por aproveitar ao máximo a festa.

Quem achas que se vai divertir mais?

Pois é, lembraste do tempo em que estás num trabalho que não gostas. Como passa o tempo? Devagar e interminável…

E quando estás de férias? Rápido e sem dares conta.

A lei da relatividade é isto… nada pode ser julgado de bom ou mau, a menos que seja comparado com algo.

Deixo-te um exercício prático para fazeres:

  • Pega no papel e anota o nome de 3 pessoas que foram más contigo.
  • Pega noutro papel e anota o nome de 3 pessoas que foram boas contigo.
  • Reflete se uma das listas não existisse (imagina que não existiam pessoas que te trataram mal). Como te sentirias em relação às outras (boas)?

Pois é, nada é certo ou errado, bom ou mau, rico ou pobre, a menos que exista forma de comparação.

Eu sei que existem pessoas que já realizaram os seus sonhos e aquelas que têm medo de os realizar.

Qual vou ser? A que escolher… Apesar de existirem 2 lados da mesma moeda, só eu posso decidir em que lado quero traçar a minha vida.

E tu, qual o lado que escolhes para ti? Com quem te comparas?

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