A felicidade pode ser um estado natural do teu cotidiano

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A felicidade
A felicidade pode ser um estado natural do teu cotidiano

Ela é absolutamente conquistada conscientemente

A Felicidade pode fazer parte permanente da tua vida. Basta você saber como funciona. Vamos aqui, desenvolver essa nova visão.

Eu acreditava no que haviam me ensinado que ser feliz era momentâneo, que dependia das circunstancias, de como o outro me tratava, da aquisição, ter ou não ter pessoas comigo e certas experiências na minha vida.

Baseava a felicidade nas minhas conquistas ou situações que me faziam sorrir, nas comparações das vidas com as vidas de outras pessoas, que na maioria das vezes eu tinha algo que essas gostariam.

Mas em que baseava essa minha visão de felicidade? Como apreendi?

Como por exemplo das experiências que eu tinha vivido desde a concepção, dos meus próprios traumas, das experiências vivenciadas, crenças que desenvolvi através da minha leitura das situações, paradigmas adquiridos através da forma que fui criada, etc.

Ainda descobri dois agravantes: A epigenética e o Campo Morfogenético. Que são ciências que estudam os traumas, bloqueios, crenças e experiência que veem dos nossos antepassados e que chegam para as próximas gerações além das herdadas pelo DNA.

Julgava o que meus pais não deram conta de ter me dado. Eu até descobri que existem emaranhados sistêmicos que nem são meus. Podendo repetir em minha vida experiências, doenças, perdas pré-determinada, etc..

Aqui também entra outra ciência a Análise Transacional (ciência que estuda as transações entre as pessoas, a maioria inconsciente).

Foi fazendo uma terapia chamada Constelação Sistêmica que tive acesso a mais essas novidades.

Eram muitos fatores que me impedia de ser feliz em qualquer circunstância.

Ficando cada vez mais impossível ser feliz.

Eu deveria me contentar com momentos felizes, ou que eu lia ser feliz? Que na verdade eram momentos que me despertavam conforto ou sentimento agradável? Mas que ao menor movimento de instabilidade o conforto dava lugar a culpa, sentimento de insegurança, abandono, rejeição, carência, etc.

Mas eu achava normal. Eram os caminhos neurais conhecido do meu cérebro. Eram os meus padrões, e com certeza, os padrões do meu clã e os padrões das pessoas de meu convívio agiam. Porque somos a média das pessoas que convivemos. Semelhantes se atraem.

Eu focava tanto na falta, que cada vez mais falta eu atraía (lei da Vibração, uma das Leis Universais). Até esses traços transformarem em depressão profunda, ansiedade e sentimento suicida.

Quando se foca na depressão, mais baixa energia se vivencia. Fiz vários amigos que tinham feridas parecidas com as minhas. Que me rendeu uma participação no livro “Tenho depressão e agora?” do autor Alan Barros, por exemplo.

E como eu vejo tudo isso agora. Superação?

Não.

Decisão!

Decidi não sangrar principalmente nas pessoas que não me feriram.

Tive a sorte de perder alguém muito importante para mim. Não pela morte, mas por não dar conta dessa minha carência. Senti tanta culpa que foi uma morte em vida que me paralisou por 7 anos.

Mas depois percebi que se eu amava tanto era porque era meu espelho. Se eu não dava conta de mim, o outro não dava conta dele. Se eu queria de toda a forma acabar com a minha dor, o outro também carregava as suas pesadas dores, consequentemente precisava de ajuda.

Somente trazendo a 100% da responsabilidade da sua própria vida para si é que entra em Estado Adulto, com isso filtra tudo pelo Poder Pessoal. Se livrando de estar a mercê do outro para ser feliz.

Caso contrário mesmo que o outro dê tudo que tem, não será possível vivencia-la. Porque o pote da dor está cheio ocupando espaço das experiências agradáveis.

Por que eu falo em experiências agradáveis ou desagradáveis e não de boas e ruins?

Porque depende do momento que estamos vivendo. Do quão curado emocionalmente se está são as lentes que se enxerga a vida. Que vai geral um grau de autorresponsabilidade, ou de vitimismo. Através disso ou vai rotular a vida como boa ou ruim, ou agradável e desagradável.

Se já estiver pessoalmente trabalhado é capaz de desassociar se das emoções (que é ter um olhar de fora, ou melhor só observar os sentimentos e não se envolver se com eles) e começa a escolhe como reagir.

Hoje eu aproveito cada situação da minha vida para cura. Agradeço as oportunidades de me deparar com pessoas e situações que me façam sentir desconfortável. Pois se não fosse assim não teria a oportunidade de limpar e tirar de mim alguma dor tão inconsciente que eu não tinha visto. Assim eu abro espaço no meu potinho para mais expansão.

Como faço?

Primeiro eu identifico a cena que me despertou alguma emoção que chamo de paralisadora, ou de contração. Sim, porque são as cenas com emoções fortes que criamos traumas podendo até paralisar a vida em forma de doenças, depressão, conflitos, bloqueios, fobias, etc.

Identificando o momento, como se fosse uma foto. Isso me faz recortar a cena. Me mostrando como eu estava antes e depois desse momento. Claro que o ideal seria ter um acompanhamento com profissionais, como programadores Neurolinguísticos, consteladores, entre outros por exemplo.

O termo contração usados para as emoções que vibramos em baixa frequência (medida na unidade física Hertz). Caso queira saber mais sobre isso basta pesquisar a tabela de vibração de Hawking. Existem as emoções que vibram alto, que nos fazem sentir dispostos, felizes, animados, criativos, amorosos, essas emoções agradáveis e fazem nosso DNA expandir. E existe o polo oposto.

Segundo, eu aprendi a nomear cada sentimento, cada emoção. Porque raiva é diferente da vergonha, mesmo ambas nos deixando vermelhas, quentes por dentro e com vontade de matar as pessoas que as despertaram.

Aqui outra lição. Não é a pessoa que nos causa raiva, ou tristeza, ou alegria. As emoções são despertas porque essas já se encontram dentro de nós. Por exemplo: Uma pessoa que nunca foi amada não pode oferecer amor até sentir a necessidade de tê lo em sua vida. Porque a verdade é que só damos o que temos.

No primeiro momento, sem Poder Pessoal, só damos o que recebemos. Essa foi a dinâmica de anos nas famílias.

Se o pai entregou surra, vem a cadeia da violência. Se existe alguém que abusa, se olhar foi abusado por alguém que foi abusado e essa cadeia vem de muito longe.

Mas hoje, conscientemente, se decidir fazer diferente, é possível mudar.

Não é porque veio de uma família de gerações de separação no casamento que é por obrigação, tomada pelo inconsciente em algo que se chama de Campo Morfogenético, o casamento irá acabar. Ou, faz ainda mais grave se priva de se casar para não ter que passar pela dor da separação. Isso serve para repetição do padrão sejam por doenças, escassez financeira ou até escolha de profissões.

Terceiro, eu aprendi que a situação não vem da identidade de ninguém, mas do conhecimento e do comportamento.

Se alguém agiu de grosseira ele não é grosseiro, mas teve um comportamento de grosseria (baseado em que vai depender muito da situação).

Identidade é a nível do Ser. Identidade é quem realmente somos como filhas do Todo. Você é o Seu Eu Superior dentro dessa vida de aprendizado humano. O que há de melhor. Isso sim é identidade.

As atitudes que desperta o desconforto em nós ou em outras pessoas não é o somos.

Pode vir a ser por causa do conhecimento limitado ou o comportamento inadequado para determinadas situações. Porque uma pessoa não é horrível 100% da vida e em todas as áreas da vida. É importante fazer esse outro recorte.

Seja por não ter aprendido agir diferente nessa dada situação ou por ter aprendido a reagir dessa forma com os adultos que o rodeavam quando criança.

Nestes casos, temos vários remédios. O que eu mais gosto de tomar e receitar é a busca pelo autoconhecimento. Existem terapias, artigos como esse, livros, filmes, profissionais, pessoas que podem ser modeladas por ter resultados diferentes em sua vida.

Quando o Desenvolvimento Pessoal é buscado, a reação é se deparar com o Ser único que é. Com isso aprende a sua real identidade, adquirindo mais conhecimentos e mudando comportamentos.

Acaba se conhecendo tão bem inclusive se desperta para viver no teu propósito de vida. E é inevitável subir de estado de consciência indo parar no Valor Individual descobrindo a força de sua Natureza Divina. Se preenchendo com autoestima, amor próprio e segurança.

Munido de identidade própria é que se pode romper, com respeito, as repetições dos ciclos viciosos e dos padrões que veem se repetindo por várias gerações.

Quarto, quando já investidas do Valor Individual e da Natureza Divina, você começa a se amar. Você olhar com respeito, carinho e orgulho para a sua história.

Olha para tudo que viveu e reconhece que você está muito melhor do que um dia já esteve.

Olha para teu corpo e reverencia todas as marcas, seja as que a maternidade, as que as compulsões, os remédios, cirurgias, entre outras que mostram a tua história.

Você realmente começa a respeitar o teu passado. Percebe que pode fazer diferente a partir dessa integração de todos os teus Eu’s. Olhando com carinho o bebê que você foi, para criança, inevitavelmente ferida, para a adolescente castrada e amedrontada ou idealista.

Passa em tua memória cada jovem mulher adulta e suas fases que você vivenciou. Até integrar todas, cada uma com sua história em uma só na história da sua Eu do Presente.

Se percebe na força da mulher selvagem que você sempre foi. Aqui faço alusão do livro “Mulheres que correm com lobos”. Selvagem no sentido de aceitar o dom de ser mulher, de se orgulhar da sua própria feminilidade. Reverencia a imagem que vê no espelho, reflexo da coragem de não ter desistido e ter chegado até aqui. Percebendo o tanto que caminhou, o tanto que aguentou, foi forte porque valeu a pena.

Principalmente o quanto de pazes que você fez com todas as mulheres que vieram antes de você. Afinal, que como você todas tentaram fazer o melhor que podiam com o conhecimento que tinham.

Neste estágio você cura teu feminino e faz as pazes com você.

E se vê como uma Deusa! Não aceita nada menos do que esse sentimento de nobreza que se sente merecedora. Seja se dando conforto em uma casa arrumada, seja trabalhando com a contribuição que você veio dar ao mundo, ou se alimentando com comida de verdade. E, inclusive se relacionando afetivamente e pessoalmente com seres curados e integrados.

Porque você atrai o que é!

Ai, cai uma grande ficha… A de que tudo que você viveu foi importante.

Ou melhor, que na verdade, você está vivendo é agora antes só reagia aos estímulos externos.

Com isso sim você adquiriu poder sobre a tua existência.

Nesse exato momento, não existe vítima nem algoz. Existe pessoas que te ajudaram a te direcionar, desconfortavelmente, de volta para à tua essência. Que, talvez, se não fosse pela dor não haveria necessidade de movimento.

Agora você percebe que não precisa mais evoluir pela a dor. Que há crescimento pelo amor, gratidão e felicidade.

E nesta hora, que a felicidade já não é mais perseguida, mas é uma parte de você! Porque todo o lixo interno de gerações foi trabalhado. Se transmutando pelo autoconhecimento.

E como há um ganho em todas as experiências, você se desassocia do desconforto e começa a usar a pergunta: O que posso aprender com isso?

Ai, meu bem, é limpeza emocional atrás de limpeza emocional. É cura atrás de cura.

E como você já sabe que vai acabar em gratidão e amor, teu corpo já se direciona para o estado de felicidade.

Parabéns, neste estado só existe porque aconteceu profundas transformações. Profundas curas interiores. E novos caminhos neurais foram conquistados, os que descarregam neuropeptídeos que descarregam a felicidade em tua corrente sanguínea.

É assim que se vive feliz no cotidiano.

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