Joias: Um fascínio que acompanha a evolução do ser humano

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Joia Egito - Nefertiti

As joias sempre exerceram um verdadeiro fascínio nas pessoas, até mesmo na pré-história. O hábito de adornar o corpo era a forma de chamar a atenção dos semelhantes. Além de se protegerem dos perigos da natureza, muitos queria parecer bonitos e atraentes!

Assim, sumo de frutas, barro, carvão e até sangue de animais viravam tintas para enfeitar seus corpos. Ossos, dentes, pedras, conchas, sementes e pedaços de plantas começaram a ser usados como colares, brincos e pulseiras e tornozeleiras.

Pronto! Surgiam as primeiras joias!

De lá para cá homens e mulheres desenvolveram habilidades, descobriram metais e aprimoraram seu bom gosto. As joias tem sido, ao longo da história, símbolo de requinte, status e poder.

Imagine você que o ouro é utilizado há mais de seis mil anos!

Egípcios

Em diversas culturas, as joias representam também proteção divina. No Egito Antigo (3500 a.C.), por exemplo, demonstravam as crenças e a devoção de quem as usava.

Peças lapidadas em formato de animais mitológicos, como escaravelhos, dragões e serpentes carregavam grande simbologia.

A característica mais marcante das joias egípcias é o colorido, obtido graças à utilização de minérios como o feldspato e o lápis-lazuli.

Nos próximos textos, convido você a viajar um pouco mais comigo nesta aventura de conhecer a história das joias. Não deixe de acompanhar!

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